Fazemos com e não para
A construção dos nossos programas parte da escuta das necessidades dos NIPs (Negócios de Impacto da Periferia), do mapeamento de oportunidades e barreiras, e da adaptação constante dos conteúdos, formatos e abordagens.
Isso se traduz em:
Formações customizadas
Mentorias personalizadas
Acompanhamento cuidadoso
Relações de confiança
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Trabalhamos com:
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Laboratórios de formação (LAB NIP): encontros formativos com conteúdo técnico e humano, facilitados por quem entende o território.
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Mentorias entre pares: NIPs mais experientes apoiando NIPs em estágios iniciais, fortalecendo uma rede viva e colaborativa.
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Acompanhamento sensível e técnico: antes, durante e depois do apoio financeiro, com metas realistas e baseadas no contexto.
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Eventos de conexão e visibilidade: como fóruns, festivais, rodas de conversa, cafés com NIPs e intercâmbios, que promovem rede e inspiração.
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Produção e sistematização de conhecimento: que reconhece e valoriza os saberes produzidos nas quebradas e os conecta ao campo do impacto social.
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Modelagem de soluções financeiras inovadoras, como o Crédito NIP, com análise de viabilidade, acompanhamento e articulação com plataformas e investidores.
O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo
Essa desigualdade tem CEP, cor, gênero e território. Nas periferias urbanas, milhões de pessoas constroem diariamente estratégias de sobrevivência e inovação que não são reconhecidas, apoiadas ou financiadas como deveriam.
Segundo o IBGE
Mais da metade da população brasileira vive em áreas da periferia e, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil é um dos países com maior número de empreendedores por necessidade — muitos deles nas periferias, sem acesso a capital, redes ou visibilidade.
Ao mesmo tempo
Um levantamento da Pipe.Social revela que menos de 15% dos negócios de impacto social mapeados no Brasil são liderados por pessoas negras e da periferia, e que a maior parte dos investimentos e da filantropia institucionalizados não chega a esses territórios, seja por critérios excludentes, seja por estruturas que ignoram as potências e os saberes locais.
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Além disso, mesmo com mais de R$ 6 bilhões investidos anualmente em filantropia no Brasil, o volume que de fato alcança empreendedores da periferia é mínimo. A lógica dominante ainda trata a periferia como “beneficiária”, e não como produtora de soluções.



