2016: O ano que tudo começou
A semente da ANIP começou a germinar em 2016, quando Marcelo Silva Rocha – o Dj Bola, fundador da A Banca – participou de um processo de aceleração no Instituto de Cidadania Empresarial (ICE). Foi ali que ele e sua equipe começaram a questionar uma ausência incômoda: Onde estavam as vozes da periferia nas discussões sobre impacto social?

2017: Do incômodo à ação
No ano seguinte, esse questionamento se transformou em movimento. A Banca realizou o primeiro Fórum de Negócios de Impacto da Periferia, no Jardim Ângela, extremo sul de São Paulo. O encontro reuniu empreendedores periféricos, universidades, empresas e investidores para debater o papel da periferia na construção de soluções transformadoras.
​A partir das escutas desse e de outros encontros abertos ao público – que colocaram em xeque conceitos como “negócios sociais” e “impacto positivo” –, e de trocas potentes com aliados de caminhada como Maure Pessanha, Edgard Barki e Vivianne Naigeborin, nasceu a ANIP.
2018: Nasce a ANIP
Em 2018, a ANIP – Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia – ganha vida como a primeira aceleradora de negócios de impacto da periferia, criada da periferia, para a periferia e com a periferia. Fruto da aliança entre três potências com experiências complementares – A Banca, FGVcenn (Centro de Empreendedorismo da FGV) e Artemisia – a ANIP surge com a missão de romper os muros entre os centros de decisão e as bordas onde pulsa a inovação, a resistência e o cuidado.
Desde então, atua para apoiar empreendedores e empreendedoras periféricos que constroem impacto real em seus territórios, enfrentando desigualdades com soluções criativas, potentes e enraizadas nas realidades locais.


2020: De aceleradora à articuladora
​Em 2020, a ANIP evoluiu. De aceleradora, passou a articuladora, entendendo que não basta impulsionar negócios – é preciso fortalecer o ecossistema como um todo. A atuação se reorganizou em quatro frentes estratégicas:










